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por Cris

Dicas para organizar sua necessaire de praia

janeiro 9, 2014 em Destaque, Organizando as malas, Planejamento de viagem, Praia por Cris

Eu devo confessar, como viajo muito, minhas necessaires ficam prontinhas em casa. Principalmente, por que não gosto de arrumá-las e sempre acabo esquecendo alguma coisa e assim não corre risco.

E não tem como negar que quando se vai passar muito tempo na praia a gente precisa levar uma necessaire só com produtinhos que facilitam a nossa vida, principalmente para as mulheres. E como, na viagem de final de ano, vi que a minha necessaire de praia está redondinha, resolvi montar esse post para mostrar o que eu  gosto de levar. E olha que eu uso tudinho hein?!

Produtos praia

1) Spray Hidratante Leave In: quem for mulher, com cabelo comprido vai concordar comigo que sair do mar é um terror! O cabelo fica todo embaraçado e duro por causa do sal do mar. Esse produtinho não precisa ser enxaguado e deixa o cabelo bem macio, fácil de desembaraçar com uma escova de cabelo, protege os fios do cloro, sal do mar e sol e ainda hidrata o cabelo. Até durante a lavagem no banho fica bem mais fácil. O meu é da marca Wella, mas já usei outros também que funcionam da mesma forma.

2)Protetor Solar FPS 30 Sun Fresh Wet Skin da Neutrogena: Bom não preciso nem dizer que protetor solar na praia é item indispensável ne? Seja mulher ou homem, é um cuidado com a saúde mesmo. Mas preciso dizer que esse da Neutrogena foi o melhor que já usei até agora. Por ser de spray é muito fácil de passar, não sai na água por isso não precisa ficar reaplicando toda hora e protege mesmo!!! Nessa última viagem o sol estava realmente forte, algo em torno dos 35C e não ficamos vermelhos em nada. Até o maridão, que é uma negação na hora de passar o protetor e sempre fica manchado, adorou e não ficou com uma mancha ou vermelhidão.

3) Protetor Solar FPS 30 Lyphazome: Esse protetor solar é perfeito para o rosto. Não é oleoso, grudento e também não sai na água e não precisa ficar toda hora sendo reaplicado.

4) Água Termal La Roche: Eu sou a louca da água termal, tenho uma em cada necessaire. Eu acho perfeita para refrescar no calor, aguentar a secura do tempo ou do avião durante a viagem, e na praia é perfeito para tirar aquela água salgada do rosto. Se você ainda não testou depois de sair do mar, teste… por que te dá um alívio tão grande e um frescor novo para aguentar o restante do dia sem aquele sal no rosto.

5) Hidratante Labial FPS 8: A boca também sofre. O primeiro lugar que o sol bate é justamente no lábio inferior, a presença constante de sal na boca também não ajuda muito. Então um lip balm ou hidratante labial com fator de proteção é fundamental seja na praia ou na piscina. O único problema é que tem que ficar reaplicando sempre, inclusive depois de sair da água. O meu da foto é da Granado.

Produtos2 praia

 

Além dos produtos essenciais, tem umas frescurinhas que também ajudam e muito a ficar o dia inteiro na praia. Principalmente se você é como nós que muitas vezes faz passeios de dia inteiro em ilhas praticamente desertas e que não tem muita estrutura.

6)Blotting Papers ou Papéis Absorventes de Oleosidade: no calor a pele tende a ficar muito oleosa e esse papeis são ótimos para quando você não tem como lavar o rosto com água limpa de imediato mas quer retirar aquele excesso de oleosidade.

7) Lençinhos de Papéis: Bom lenço de papel é sempre útil não é mesmo?

8) Espelho: Um espelhinho pequeno ajuda muito sempre.

9) Grampos, Piranhas ou Elásticos para Cabelo: O cabelo fica rebelde na praia, não tem jeito! Então para dar aquela driblada nos fios rebeldes (principalmente depois de entrar na água) é sempre bom ter grampinhos, elásticos para cabelo, uma piranha ou até mesmo “head bands”. Eu sempre espirro um pouco do spray leave in, penteio bem os cabelos (depois do leave in fica bem fácil) e faço um coque.

Além desses itens levo sempre também uma escova de cabelo (daquelas pequenininhas que a gente encontra em farmácia sabe?! Por que as grandes pesam muito na bolsa e as pequenas resolvem bem para o meu cabelo) e um álcool gel.

Preciso ressaltar que acho o álcool em gel essencial. Isso por que muitas vezes fazemos um passeio para uma ilha deserta onde não tem banheiro ou então acabamos freqüentando praias com pouca estrutura. E na hora de comer alguma coisa sempre é bom ter as mãos higienizadas.

Piscina

Uma coisa que vocês vão notar é que alguns produtos são full size ou seja de tamanho grande, na verdade eu levo apenas o protetores solar e o leave in para cabelo em tamanhos grandes por que são produtos que eu uso muito.

Só para ter uma idéia, em viagens com 15/20 dias eu e o marido usamos um tubo de protetor solar inteirinho de 180ml então não adianta levar um tubo pequeno. Porém em viagens menores como um final de semana ou até 1 semana eu sempre viajo apenas com mala de mão, então sempre coloco os produtos em embalagens menores para não ter problemas nas inspeções dos aeroportos.

E vocês? Levam tudo isso? Levam outro produtinhos? Me dá as suas dicas nos comentários de produtinhos e marcas.

 

Procurando destinos de praia?

Mexico: Tulum, Cancun

Colômbia: Ilha de San Andrés

Ilhas Fiji

Montenegro: Baía de Kotor

Ilhas da Tailândia: Koh Pha Ngan, Koh Phi Phi e Koh Nang Yuan

por Cris

Como chegar até as ilhas tailandesas…

maio 11, 2012 em Companhias Aéreas, Koh Pha Ngan, Koh Phi Phi, Noções Gerais, Planejamento de viagem, Tailândia por Cris

Na verdade vou explicar como chegar ao paraíso!!! Por que é assim que se resume as praias da Tailândia. Depois de tanto bater perna em Bangkok, nada como relaxar nas praias com águas cristalinas verde esmeralda do país.

Chegando em Koh Samui

Como já disse aqui, escolhemos duas ilhas, uma de cada região: Koh Pha Ngan no Golfo da Tailândia e Koh Phi Phi na Costa Andaman. Queríamos curtir e descobrir  o que tem de diferente em cada uma delas mas não queríamos nenhuma ilha muito grande como Samui, Krabi ou Phuket. E vou dizer que foi o mais acertado para nós.

Para chegar até elas você tem diversas maneiras, tudo vai depender de quanto tempo tem disponível e do quanto está disposto a pagar por cada uma delas.

Existe a possibilidade de sair de ônibus de Bangkok e ir combinando formas de trem, ônibus e ferry; mas achei essa opção tão complicada e tomaria tanto tempo (cerca de 1 dia inteiro) que desisti na hora.

Foi então que decidimos ir de avião até um pedaço e logo após (sem ter que fazer pernoite) pegar um ferry boat até a ilha escolhida. E acho que foi a maneira mais fácil, rápido e menos cansativa. Sinceramente, não faria ou recomendaria de outra forma.

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Para chegar de avião até Koh Pha Ngan, Koh Samui é a ilha mais próxima. Como tínhamos pouco tempo e não queríamos dormir em Koh Samui tínhamos que pegar um taxi até o pier mais perto e pegar um ferry boat até a sua ilha.

Porém, aqui você deve ter um cuidado, por que algumas ilhas (como no caso de Koh Pha Ngan) tem vários piers e alguns podem ser muito longe do seu hotel, para não ter problemas deixe para comprar o seu ferry quando desembarcar do vôo.

Indo ao encontro do ferry

No caminho para a saída do aeroporto, você vai se deparar com um quiosque de ferries, basta entregar para eles o voucher da reserva do hotel e eles farão o resto. Escolhem o melhor pier, ferry e terá até o transfer até o pier incluso.

Entretanto, fique esperto nos horários do ferry a maioria das ilhas são atendidas até umas 15:30 – 16:00, portanto planeje bem o seu vôo se o seu interesse não for aproveitar um pouquinho de Koh Samui.

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Já para chegar em Phi Phi tem duas alternativas: Phuket com mais ofertas de vôos ou Krabi cujos vôos custam um pouco mais barato, entretanto as ofertas de horários de vôos não são muito bons, por isso escolhemos Phuket.

A super lotação do aeroporto em Phuket

Em Phuket você precisa fazer o mesmo esquema de achar o pier e pegar um ferry até a Vila Tonsai em Phi Phi.

Se o seu hotel for na Vila Tonsai bastará pegar o ferry e ao chegar poderá contratar um carregador para levar sua mala até o hotel (em Phi Phi não há circulação de carros como em Koh Pha Ngan), cheque com o seu hotel muitos deles dispõem desse serviço.

Chegando em Phi Phi

Entretanto, se você for ficar em algum hotel mais afastado como eu fiquei no PhiPhi Village Island,  precisará pegar mais um long boat até o mesmo. Ou então contratar o transfer do hotel, que apesar de mais caro será mais cômodo.

Como estávamos no final de viagem, cansados e com vontade de só relaxar resolvemos arcar com a lancha do hotel e foi ótimo. A lancha tem uma parte externa e outra interna com ar condicionado e bebidas a vontade, além disso, você não se preocupa com nada. Na saída do aeroporto de Phuket tem um motorista que te leva até uma marina e de lá você só sai na areia do seu hotel.

A parte interior do ferry do hotel Phi Phi Island Village

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Para fazer os trechos Bangkok – Koh Samui – Phuket escolhemos a Bangkok Airways que se intitula uma companhia boutique. Confesso que no começo fiquei bem desconfiada. mas depois de uma rápida enquete no twitter resolvi arriscar e foi perfeito!!! Recomendo de olhos fechados.

A Bangkok Airways tem diversas vantagens sobre a soberana Thai e as low costs Air Asia e Nok:

• O limite de bagagem é de 20kgs.

Check in em Koh Samui

• Direito ao acesso a sala vip da companhia independente do valor e da classe do ticket que foi pago. Na salinha vip você tem acesso a internet wireless (ou computadores se precisar) através do seu numero de vôo (login) e número de assento (senha) e ainda várias comidinhas e bebidinhas gostosas.

Suco e café na sala vip da Bangkok Airways

• Os aviões são novos e todos tem refeições inclusas. Refeições mesmo, nada de lanchinho. Na ida para Samui, tivemos um café da manhã reforçado e para Phuket, um almoço bem gostosinho.

Nosso café da manhã

• Outra vantagem importante e que te economiza muito tempo, se você fizer o mesmo roteiro ou parecido, é que a Bangkok Airways tem vôos diretos entre algumas ilhas como Samui – Phuket, para falar a verdade o aeroporto de Koh Samui (que é uma graça, muito lindinho com diversas opções de lojas e restaurante bacanas. Adorei!!) é praticamente da Bangkok Airways. E isso é uma baita vantagem por que o vôo se torna mais rápido e  não sendo necessário voltar para Bangkok, eliminando o tempo de espera e a troca de avião.

Sala de embarque em Koh Samui

Se tem medo de voar vá preparado, pois Koh Samui – Phuket não é uma rota muito comum e por isso os aviões são turbo hélice bem pequenos (dois acentos em cada lado), mas isso não chega a prejudicar o vôo que foi muito bom por sinal e sem turbulências.

Avião Koh Samui – Phuket

No trecho Phuket – Bangkok fizemos com a Thai, apesar de existir opção pela Bangkok Airways, apesar dos preços serem bem parecidos, queríamos testar outra companhia. Os aviões são enormes (grandes mesmo, daqueles de dois andares que geralmente se usam para vôos internacionais) e nunca vão lotados, portanto há grandes possibilidades de adiantar vôos se precisar, como foi o nosso caso.

Entretanto, não existe nenhuma vantagem como sala vip ou internet e a refeição é apenas um lanchinho estilo GOL  (no meu caso foi um bolinho com um suco de laranja em caixinha) sem opções nem na bebida.

Eu realmente recomendo a Bangkok Airways por que achei o atendimento muito mais personalizado e atencioso.

Para falar a verdade, as opções para todos os bolsos na Tailândia, seja um estilo mais mochileiro ou alguém procurando luxo, com certeza irá achar.

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• Nosso roteiro pela Tailândia

• Dicas de Hospedagens pelo país

• Circulando por Bangkok

 Os lindos templos de Bangkok

• Bangkok além dos templos

• Curtindo a noite de Bangkok

• A antiga capital da Tailândia: Ayutthaya!

• Como chegar até as ilhas tailandesas

Como explorar Koh Pha Ngan

O paraíso do Golfo da Tailândia: Koh Nang Yuan

• O aperitivo de Koh Phi Phi: Mosquito & Bamboo Island

por Cris

Voando Azul

setembro 5, 2011 em Companhias Aéreas, Planejamento de viagem por Cris

Finalmente consegui experimentar a Azul, aproveitamos um casamento que tínhamos em Campinas e lá fomos nós. Na verdade devido a falta de horário que queríamos, fomos com a TAM mas voltamos com a Azul e confesso que me surpreendi e recomendo muito.

Quando chegamos ao aeroporto de Campinas me assustei com a fila imensa para o check in, corri para os totens de auto atendimento enquanto o Filipe ficou … mas não é que era só susto mesmo? O atendimento ali é muito rápido e chegamos no começo da fila rapidinho. Diferente das duas maiores concorrentes que a fila mesmo que apenas para despacho das bagagens não anda.

Check in e Despacho de malas

Ao entrar no avião, surpresa!!! Os bancos são todos de couro e apesar de ter telinha individual a mesma não pôde ser utilizada durante o vôo (talvez pelo trecho ser rápido). Como os aviões são menores, cada lado contém apenas 2 poltronas, o que para mim é uma vantagem.

Poltronas de couro e um pouquinho mais de espaço

O atendimento a bordo não foi pago a parte e também não existe aquele carrinho trambolho para lá e para cá. No início do vôo, um comissário passa anotando a opção de bebida de cada passageiro, logo em seguida vem outra comissária com uma bandeja oferecendo a opção de lanches. No meu vôo eram 3: batatinhas Chips, bolacha recheada e goiabinha. O detalhe é que você pode escolher o que quer e quantos quer. As bebidas são servidas logo após.

Atendimento a bordo

Achei um charme.. Como o avião era menor e o atendimento mais personalizado me senti como se estivesse em um vôo particular. Gostei muito. Voaria outras vezes sem pensar duas vezes.

Para quem ficou interessado em voar Azul, é importante lembrar:

• O aeroporto base da companhia é Viracopos em Campinas. Porém a companhia disponibiliza ônibus que deixam os passageiros em diversos pontos da cidade de São Paulo. Os “pontos dos ônibus” ficam logo na saída do desembarque.

Placas sinalizando as paradas em São Paulo

• Em Viracopos não existem fingers por isso é necessário utilizar os ônibus que levam os passageiros até o avião, eu particularmente não gosto, mas por lá essa é a única opção.

por Cris

Explorando Barbados

março 24, 2011 em Aluguel de Carro, Barbados, Noções Gerais, Planejamento de viagem por Cris

Bom.. chegando em Barbados procuramos logo alugar nosso carrinho já que essa é a melhor forma da ilha ser explorada.

Existe transporte público (leia-se ônibus) e vi muitos turistas o usando, além disso existem muitos (muitos mesmo!!) pontos de ônibus espalhados pela ilha inteira (tem praias que a cada 100 metros tem um ponto) mas achei o sistema meio confuso… além do que preferimos o conforto de poder ir e parar aonde a gente quisesse para poder tirar fotos e aproveitar a praia.

A primeira providência foi achar uma locadora, os preços são praticamente os mesmos e quanto maior o carro mais caro o preço (obviamente!!), dito isso, existem carros bem pequenos mesmo (parece de brinquedo, coisa mais fofa!!) e que são bons para desfrutar a ilha (aliás cheguei a uma conclusão: em Barbados quanto menor o carro melhor, já que muitos acessos para praias são bem estreitos e difícil de estacionar). No nosso caso o hotel em que estávamos nos ajudou com essa etapa e alugamos na First Choice.

Achei o serviço muito bom, vieram deixar o carro no hotel, o carro era novinho com ar condicionado (imprescindível no meu caso) e automático, e depois vieram pegar tranquilamente. Eles também emitem na hora a licença para dirigir que o país exige (no valor de $5) .

Aliás essa licença é exigida mesmo tendo a licença internacional para dirigir e não é toda locadora que tem permissão para emitir. Nesse caso você tem que se encaminhar até o Departamento de Trânsito para emití-la.

Em Barbados se dirige pela direita, ou mão inglesa, portanto não esqueça de pedir por um câmbio automático (a adaptação é muito mais fácil) e as mesmas dicas que dei no post da Nova Zelândia se aplicam aqui também.

Após esses procedimentos burocráticos seguimos em direção as praias… certo?!!? Errado!!! Tinhámos um outro problema como chegar até as praias??? Não tínhamos GPS e contávamos apenas com um mapa entregue pela locadora… que vamos e venhamos… não ajudava muito.

Mas até que nos viramos (relativamente) bem, porém tem que ficar ligado nas indicações das ruas nos postes de luz e também nas raras placas que ficam nas estradas. Além disso quando se chega em uma praia tem uma plaquinha (pequena) branca indicando o nome da praia e o acesso a ela.

Existem poucas auto vias (acho que só umas 4 na ilha inteira) e esse é o modo mais rápido de se atravessar o país inteiro, porém não é o mais bonito. As estradas secundárias são as mais bonitas com vistas de perder a concentração de qualquer motorista. É um pouco confuso mas com certeza vale pelo menos a ida por essas estradas que vão margeando o mar caribenho.

Outra dia importante é tomar muito cuidado com os seus pertences. Por lá a primeira letra da placa sempre indica que tipo de automóvel é aquele. Os ônibus a placa começa com a letra B, os taxis com a letra Z, e os carros alugados com a letra H; e ainda sempre tem o adesivo da locadora do carro.

Portanto todos ali vão saber que o seu carro é alugado e muito provável de turista. Esse fato pode ajudar, os locais são mais pacientes com você no trânsito além de te ajudarem, porém pode também te atrapalhar, já que qualquer espertinho sabe que ali tem uma pessoa que não conhece a ilha direito. Portanto todo cuidado é pouco.


Peça informações em lugares confiáveis, como hotéis, restaurantes, postos de gasolina e etc; e sempre mesmo leve todas as suas coisas com você, não deixe nada no carro.

Entre no clima da ilha, lá eles são extremamente educados no trânsito e respeitam muito o pedestre. Sempre param para o mesmo passar, não importa se não tem sinaleiro ou se o pedestre está atravessando fora da faixa.

No mais é só aproveitar essa ilha maravilhosa!!! Com carro fica bem fácil chegar nas praias mais distantes e de difícil acesso, além do que é possível dar a volta na ilha inteira em apenas 1 dia.  Uma delícia!

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As primeiras impressões

• Dirigindo em Barbados

• Dicas de restaurantes

• Bridgetown – a capital

• As praias (parte I)

• As praias (parte II)

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•• O blog foi destaque no portal eletrônico Visite Barbados (para ver o post clique aqui)

por Cris

Dirigindo na mão inglesa

setembro 14, 2010 em Aluguel de Carro, Noções Gerais, Nova Zelândia, Planejamento de viagem por Cris

O melhor jeito de desbravar a Nova Zelândia é de carro. Com ele você tem toda a liberdade para ir onde quiser, parar onde quiser e para falar bem a verdade não vi muitos ônibus ou trens na estrada não. Talvez por que fomos em baixa temporada.

Mas definitivamente o aluguel do carro nos facilitou e nos deu uma liberdade que não teríamos se fossemos de outra forma.

Alem disso a entrada é muito bem sinalizada e o asfalto muito bem cuidado, um tapete e o melhor de tudo: não pegamos nenhum (repito, NENHUM) pedágio. 

Apesar disso ainda acho recomendável ter um GPS a disposição, por lá o preço dele não é tão caro e sem ele você ainda pode ficar perdido principalmente na saída e entrada de Auckland, onde são muitas entradas, muitas pistas (tem lugares que são 8 pistas vindo e 8 pistas indo).

Apesar das vantagens, dirigir na Nova Zelandia é um verdadeiro obstáculo para qualquer brasileiro, isso por que por lá é usado a mão inglesa. 

Ou seja tudo ao contrario e você literalmente precisa reaprender a dirigir, por isso dou mais uma dica: para a gente o fato de termos alugado um carro automático foi primordial, fora a facilidade e o comodismo, ainda tem a vantagem de você não se atrapalhar todo na hora de trocar a marcha com a mão esquerda.

Com isso dito, não se esqueça:

  Pista da esquerda são para carros mais lentos e pista da direita para carros mais rápidos;

  As rotatórias, que por lá existem a cada esquina (literalmente!!) onde é permitido virar a esquerda e a direita lembre-se que ela vai da esquerda para a direita. 

  A seta fica do lado direito do volante (sério, todas as vezes limpávamos o parabrisa). 

  As pistas que vão e vem são sempre ao contrario portanto pense bem antes de entrar em uma via para não causar um acidente. Quando tiver dúvidas pare e pense ou então espere vir algum carro para saber qual a direção certa.

  A grande maioria das estradas por lá não são duplicadas portanto muito cuidado

 E ajuda ter um bom co-piloto principalmente na entrada e saída da cidade de Auckland, que foi o único trecho duplicado que pegamos, é um lugar muito movimentado (chegamos as 5:30 da manhã e já estava o maior trânsito) e com muitas pistas que começam e terminam a toda hora e muitas entradas e saídas e um erro ali pode ser difícil de ser concertado depois, portanto um bom co-piloto que fique olhando as placas e ajudando a “ler” o GPS enquanto o motorista tenta se acostumar com a mão inglesa também ajudará …. e muito!