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por Cris

Vale do Loire na prática

julho 27, 2014 em França, Vale do Loire por Cris

A minha principal dica para curtir o Vale do Loire, é alugar um carro e esquecer as grandes estradas: O carro é fundamental para você ter mais tempo de conhecer não só os muitos castelos da região, já que são distantes entre si, mas também, para conhecer as lindas cidadezinhas onde estão localizados os castelos.

Chegando em Chambord

Chegando no Castelo de Chambord

E esquecer as grandes estradas, por que as estradas pequenininhas que te levam aos castelos parecem sair diretamente de uma pintura de tão charmosas. As cidadezinhas minúsculas com suas casas de pedra, as construções perdidas no meio das plantações, as próprias plantações sempre bem cuidadas, as igrejinhas centenárias. É tão lindo que chega a ser dificil de descrever!

Estradas do Vale do Loire

Estradinhas pelo Vale do Loire

Agora que você já sabe como se locomover pela região, vai ter a difícil tarefa de escolher os castelos. São “apenas” 300 para você escolher, todos recheados com sua beleza, característica e contando um pedacinho específico da história francesa.

 Castelos Vale do Loire

Mapa com os principais castelos abertos a visitação

Nós escolhemos seis castelos, cada um com suas características peculiares: Villandry tem um dos jardins mais lindos que já vi, Chinon participou ativamente da comunidade dos “templários”, além de servir de moradia para o rei e ter sido o local onde Joana D’Arc o conheceu, Clos Lucé  foi residência de Leonardo da Vinci nos seus ultimos 3 anos de vida e local onde a Monalisa foi encontrada, Blois é cheio de história: é a construção em diferentes épocas de 3 castelos unidos, serviu de moradia para diversos reis durante seu uso e ainda foi palco do assassinato do Duque de Guise, Chambord é um dos maiores castelos do Vale, a grande atração é a famosa escada em caracol que dizem ter sido projetada por da Vinci (até hoje não se sabe ao certo se o projeto é realmente dele) e Chenonceau, na minha opinião, o castelo mais bonito, sua construção avança o rio Cher e foi muito disputado por duas mulheres muito importantes na vida do rei Henrique II: sua amante, Diane di Poitiers e sua esposa, Catarina de Médicis.

Castelo Chinon

Pedacinho do Castelo de Chinon e o Rio Vienne

Sim, cada um tem a sua história e sua particulariedade. Dos que visitei, acho que Villandry, Chenonceau e Clos Lucé são imperdíveis. Os outros também tem a sua beleza, mas esses seja pelo lugar ou pela história ou pelos jardins, são simplesmente maravilhosos.

Castelo Chenonceau

Essa é a linda entrada no Castelo Chenonceau

Como vocês podem perceber são muitos castelos e vilas a serem visitadas, então o fundamental é esquecer as excursões de um dia que partem de Paris todos os dias e escolher alguma cidade para servir de base para sua viagem. E ai recai outro problema: Onde se hospedar?

Nós escolhemos a cidade de Tours, por ser uma cidade meio central e que fica em uma distância máxima de 80 kms do castelo mais longe que queríamos visitar (no caso Chambord) o que era  traduzido em no máximo 1 hora de viagem, já que alugamos carro.

Castelo Villandry

O maravilhoso jardim do Castelo de Villandry

E vamos combinar que uma viagem de 1 hora pode ser a parte mais legal, já que como disse, o visual é incrível e muitas vezes íamos parando para tirar foto, conhecer alguma linda igreja centenária, almoçar em um restaurante com comida local ou em alguma padaria para comer aqueles doces franceses maravilhosos e andar pelas ruelas das vilas.

Bom, na verdade não ficamos bem na cidade de Tours, escolhemos a vila de Veigne em um castelo maravilhoso (gostamos tanto que virá um post exclusivo) com uma vista incrível, no meio de um bosque com muita área verde, mas a uma distância tão pequena (16kms) que podíamos ir para Tours todo dia jantar e pegar um pouco do agito. Achei a medida perfeita!

Não poderia ter viagem mais romântica e charmosa que essa.

Franca

• Dicas de Paris

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• Dicas Práticas para curtir o Vale do Loire

por Cris

Dica de roteiro romântico na França

julho 15, 2014 em França, Vale do Champagne, Vale do Loire por Cris

Eu sempre gostei muito de Paris, mas além da cidade eu só tinha conhecido arredores como a EuroDisney e Versalhes e tinha muita, mas muita vontade de conhecer um pouco mais da França. Afinal, quem não ama Paris e acaba se apaixonando pela França inteira?

Então esse ano, resolvemos colocar em prática os planos de muitos anos. Resolvemos ficar 1 dia em Paris (afinal não tem como ir a França e não passar pelo menos 1 dia na cidade que considero a mais romântica do mundo!) e o restante da semana dividimos entre 3 dias no Vale do Loire e 2 dias no Vale do Champagne.

O Vale do Loire é conhecido pelos seus mais de 300 castelos e durante as visitas você passa a conhecer um pouco da história francesa. Sim, são muitos, mas durante uns 3 dias conhecemos 6 castelos, mais do que suficiente para entrar no clima sem enjoar do lugar.

Castelo Chanonceau

Castelo Chenonceau, Vale do Loire

Além dos castelos, outra atração são os vinhos da região, principalmente nos arredores da cidade de Chinon. São vinhos mais jovens que não são tão bons quanto os de outras regiões da França ou até mesmo Itália e os sul americanos, Chile e Argentina, mas vale a pena experimentar e conhecê-los um pouquinho mais.

vinho vale do loire

Degustação de vinhos em Chinon, Vale do Loire

Já no Vale do Champagne, como o próprio nome fala, o destaque é para a produção de Champagne, aliás você sabia que os únicos espumantes que podem ser chamados de Champagne são os produzidos nessa região?

É isso mesmo eles tem muitas regras para que um espumante seja considerado Champagne, isso vale para a região onde as uvas são plantadas, a forma como são colhidas, o tempo e forma de envelhecimento, a utilização da garrafa para envelhecer o champanhe, a forma e o angulo para girar a garrafa e decantar o espumante, enfim existem muitas regras para garantir a qualidade.

Veuve Cliquot

Degustação na Veuve Cliquot depois da visita nas caves subterrâneas

Por lá existe a opção de conhecer as cidades maiores como Reims e Epernay que são cidades bem bonitinhas apesar de serem cidades grandes, e também de conhecer as caves subterrâneas das maiores produtoras de Champagne no mundo como Moet & Chandon, Veuve Cliquot, e etc, até conhecer pequenas caves de produção familiar. E ao fazer um tour por caves como Pommey e Veuve Cliquot você ainda ganha uma descrição da história francesa, já que as caves dessas empresas tem uma importância histórica tremenda durante a guerra, já que localizam-se cravadas a vários metros abaixo da terra e tiveram suas construções, do período romano, utilizados pelas tropas francesas durante a primeira e segunda guerras.

Agora imagine a cena: vilarejos minúsculos, estradas desertas e pitorescas, campos verdejantes, castelos, plantações de uvas para produção de champagne, caves subterrâneas, moinhos… é algo simplesmente indescritível e ultra romântico, tudo em poucos kms de Paris.

Estrada Vale do Champagne

Linda estrada no Vale do Champagne

Muitas pessoas fazem bate e volta de Paris, mas arrisco dizer que apesar das curtas distâncias (cerca de 240 km de Tours no Vale do Loire e 150 kms de Reims no Vale do Champagne) e dos muitos pacotes fechados existentes não dá tempo de sentir o clima super romântico da região quando se está correndo para conseguir fazer tudo em um dia. É uma região deliciosa para se curtir com calma, então alugue um carro, se perca pelas estradas pequenas, chegue no hotel mais cedo, abra uma champagne e curta a natureza e vista maravilhosa!

Estrada no vale do Loire

Passeando pelas estradinhas do Vale do Loire

Esqueça os hotéis de rede e as cidades grande como Tours e Reims, comece a entrar o clima já na hospedagem, procure um castelo ou maison no Vale do Loire (existem para todos os bolsos) e no vale do Champagne procure uma vila pequena e romântica e se hospede em uma das caves que produzem o seu próprio champagne.

Tortiniere +drinks

Drinks no final do dia no nosso hotel no Vale do Loire

Franca

Dicas de Paris

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Dicas Práticas para curtir o Vale do Loire

por Cris

De Passagem por Bogotá: Dica de hotel perto do Aeroporto

março 16, 2014 em Bogotá, Colômbia, Hotéis Inesquecíveis por Cris

Infelizmente não foi dessa vez que conseguimos conhecer Bogotá. Em nossa primeira passagem pelo país, não tínhamos tempo para conhecer tudo o que queríamos, então resolvemos priorizar San Andrés e Cartagena.

Entretanto, nosso vôo de volta para o Brasil tinha uma escala um pouco longa em Bogotá, chegaríamos as 22:00 na cidade e sairíamos no dia seguinte as 10:00 da manhã. Não queríamos dormir no aeroporto, e sim tomar um banho e descansar em uma cama gostosa a noite inteira. 

lobby Aloft

Lobby do Hotel com lareira e o café da manhã servido ao lado esquerdo da foto

Como não tínhamos muito tempo, resolvemos procurar um hotel perto do aeroporto, foi então que achamos o Aloft, da rede Starwood (que possui os hotéis W, Sheraton e Meridien). O hotel é o mais perto do aeroporto, cerca de 10 minutos de taxi na ida e 5 minutos na volta.

Geralmente não faço resenhas de hotéis localizados perto de aeroporto, por que geralmente ficamos em Ibis ou algum hotel mais simples, mas o Aloft realmente nos surpreendeu! E se você não se preocupa em ficar um pouco longe dos pontos turísticos (cerca de 12km), também indico para quem vai passar alguns dias na cidade.

quarto hotel aloft

O hotel é do estilo boutique que adoramos, com uma decoração muito stylish (como se intitula no próprio site do hotel).  No lobby tem um bar o W XYZ, tem uma delicatessen (já que o frigobar do quarto não é abastecido) e o serviço de quarto funciona até as 23:00 (sim existe serviço de quarto!!!).

O quarto é muito amplo, com uma climatizarão perfeita, decoração super moderna e amenities Bliss cheirosíssimos! (a marca é muito famosa pelo produto Fat Girl SixPack, vale a pena conhecer, clique aqui).

amenities bliss

Enquanto eu fazia o pedido do serviço de quarto e tomava banho, o Filipe desceu para fazer nosso check in dos vôos do dia seguinte, para isso, ao lado do bar que fica no lobby, existem dois computadores e uma impressora disponível e sem custo adicional. Simplesmente perfeito!

Depois de um banho delicioso (e cheiroso!) e de um descanso merecido, acordamos prontos para encarar o vôo que nos esperava. O café da manhã (incluso na diária!), possui bastante variedade e é servido em mesas comunitárias e extensas que ficam ao lado da recepção.

O hotel disponibiliza, gratuitamente, wifi em todos os ambientes, inclusive no quarto, e também transporte de/para o aeroporto em horários pré-determinados (pergunte na recepção). A diária nos custou COP 180.000 (cerca de R$ 200,00 em 03/2014) e a reserva foi feita pelo Booking .

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por Cris

As famosas ilhas Johnny Cay e Acuário

março 12, 2014 em América do Sul, Colômbia, San Andrés por Cris

Depois do passeio em Cayo Bolívar e de conhecer as melhores praias da ilha, tínhamos mais um dia inteiro para aproveitar em San Andrés; resolvemos então visitar as tão famosas ilhas de Acuário e Johnny Cay.

Resolvemos pagar um pouco mais caro (U$20,00 por pessoa) e fechar um passeio na mesma agência de turismo que fechamos o de Cayo Bolívar. E isso nos fez evitar uma fila ENORME do porto de saída dos barcos, bem como a confusão generalizada do lugar. Sério, passamos por perto na hora de embarcar e foi meio assustador a quantidade de gente que vimos por ali. Acho que valeu muito a pena pagar um pouco mais caro. No preço está incluso o transporte e o preço do boleto de entrada ao parque regional da ilha de Johnny Cay e que custa cerca de U$ 2,00.

Então nos encontramos, novamente, no lobby do hotel Decameron Aquarium e de lá fomos a pé para o local de saída dos barcos, tudo igualzinho ao passeio anterior. De lá saímos em um barco super confortável e com os mesmos procedimentos de segurança.

Mas quando chegamos no Acuário, nossos olhares se cruzaram e nos entendemos de imediato. Impossível segurar tamanha decepção. Lemos tanto a respeito do lugar, que esperávamos algo completamente diferente. Não sei se não pegamos um bom dia (o mar estava um pouco mexido mas nada excessivo) ou se realmente é sempre desse jeito.

Acuario Lotada

A lotação no Acuário

A ilha tem uma faixa de areia muito estreita, mas até ai tudo bem, afinal o paraíso é algo parecido não é mesmo?  O problema é que a pequena faixa de areia é cheia de barracas e guias gritando para todos os lados. Então se você está esperando deitar na areia e relaxar, esqueça! É impossível!

A água do mar é realmente algo de outro mundo. Ali é fácil entender por que a ilha de San Andrés é conhecida como o mar de 7 cores. Mas convenhamos isso é possível detectar em qualquer praia da ilha.

Acuario

Olha a cor do mar do Acuário. De tirar o fôlego.

Ao chegar você é diretamente encaminhado para uma das barracas, onde um guia tenta vender mais um passeio em um barco com fundo de vidro (pago a parte). Nós recusamos obviamente, pois achamos, pelo nome da ilha, que seria muito melhor ver de pertinho, praticando snorkel. Mais uma vez a decepção foi grande.

Nós adoramos snorkel mas a quantidade de gente que vai para lá é tão grande e o negócio é tão sem cuidado e sem controle que não existe mais nada, a não ser um ou outro peixe e um ou outro ouriço. Nada de coral vivo. Mas se mesmo assim você quiser experimentar, nas barracas existem aluguel do equipamento e também lockers para você deixar as suas coisas tranquilas e seguras (tudo pago a parte).

Fizemos esse passeio durante a manhã, mas final da tarde há um outro, feito durante a alimentação das arraias. Mas acredito que também tenha uma quantidade grande de pessoas.

Do ladinho do Acuário fica a ilha de Haynes Cay, uma ilhotinha que você consegue chegar caminhando pela água (mais ou menos no peito, então cuidado com pertences que não podem ser molhados). Por lá, é tudo mais calmo e a chance de relaxar é maior. Só tenha o cuidado para não perder o horário do seu barco, a parada por aqui não costuma ser muito grande.

Acuario e Haynes Cay

Haynes Cay ao fundo, vista do Acuarão

A segunda parte do passeio foi muito melhor: a ilha de Johnny Cay (aquela ilha que é avistada da praia principal de San Andrés), que é bem maior e com bastante estrutura no lado direito do cais da ilha. Acho que teríamos gostado muito mais do passeio se tivéssemos ido direto pra lá. Apesar de também estar bem cheia, gostamos muito por que ela é mais organizada, com mais estrutura, mais faixa de areia para você se esticar e com menos gente tentando te vender tudo a toda hora.

Vista de Johnny cay

Johnny Cay vista da praia principal de San Andrés (olha a cor desse mar, lindo!)

Por lá é possível alugar cadeiras, guarda-sois e até cabaninhas completas. A cor da água também é linda e o mar é bem calminho e gostoso de aproveitar!

aproveitando Johnny Cay

Se você quer isolamento, vá para o lado esquerdo do cais da ilha. Apesar do mar ser um pouco mais agitado e não ter  aluguel de cadeiras, é uma delícia aproveitar praticamente sozinho aquela praia linda.

Johnny Cay vazia

Johnny Cay do lado esquerdo do cais

Recomendo muito conhecer a ilha de Johnny Cay mas, se eu fizesse esse passeio de novo, ficaria apenas por lá e pularia o passeio ao Acuário.

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por Cris

Roteiros Imperdíveis: 5 incríveis pores do sol pelo mundo

fevereiro 23, 2014 em Colônia Del Sacramento, Fernando de Noronha, Ilha de Pascoa, Moorea, Polinésia Francesa, Rio de Janeiro, Roteiros Imperdíveis, Uruguai por Cris

roteiros imperdiveis

Se tem uma coisa que eu valorizo na viagem é um por do sol bonito. Nunca perco um e sempre pesquiso, antes de viajar, o melhor lugar da cidade para ver esse espetáculo da natureza.

E priorizo mesmo… adoro! Aproveito esse tempo para relaxar, tomar um drink, refletir sobre a vida ou então sobre tudo o que aconteceu no dia. É muito bom!

Na Tailândia nosso quarto era virado para o por do sol e todo dia íamos para o quarto nesse horário, abríamos uma bebidinha e ficávamos ali aproveitando e agradecendo por aquele momento. No Japão, uma das cenas mais inesquecíveis da viagem, foi a volta de Hakone, no trem bala e fomos brindados com aquele céu laranja e o contorno do Monte Fuji, uma das coisas mais lindas que já vi… pena que eu fiquei tão embasbacada com aquela cena que nem lembrei em tirar uma foto!

Por do sol Nanuya Fiji

Por do sol na ilha de Nanuya, Ilhas Fiji

O por do sol em Paris na Champs de Mars com um pink sky lindíssimo e a Torre Eiffel de cenário também foi muito marcante, em Fiji  apenas o som do mar e os pássaros, uma paz só! Enfim cada lugarzinho no Brasil ou no exterior me traz uma lembrança boa desse momento que amo! Mas tive que escolher 5 para minha listinha (quem sabe mais para frente não vem a parte 2?) e ai vai:

1) URUGUAI: Foi a primeira vez que vimos o sol se por no mar, ou melhor, rio. Estávamos em Colônia Del Sacramento e chegamos no hotel justamente no final do dia, fomos recebidos com um drink de boas vindas, estávamos em boa companhia e o sol se pondo. Foi inesquecível!! Aliás foi nessa viagem que realmente aprendi a dar valor a essa hora do dia. Marcante!

Por do sol Colonia del sacramento

2) FERNANDO DE NORONHA: Viajar para Fernando de Noronha sempre tinha sido um sonho, ao chegarmos lá, no primeiro dia, fizemos o famoso Ilhatur para conhecer as diversas praias da ilha e o final do passeio termina justamente com um por do sol daqueles nas ruínas do Forte São Pedro do Boldró . Como não se arrepiar com o sol se pondo no Dois Irmãos? Algo que não tem nem palavras para explicar! 

por do sol fernando de noronha

3) RIO DE JANEIRO: O primeiro por do sol no arpoador a gente nunca esquece! Foi com amigos e fiquei boquiaberta, esse ano voltamos para nos hospedar em Ipanema e da piscina do hotel tínhamos a mesma vista que o arpoador. Final do dia sempre tinha lugar marcado, pegávamos uma das cadeiras na piscina, pedíamos uma água de coco e ali ficávamos até escurecer, tirando milhões de fotos. 

por do sol rio de janeiro

4) POLINÉSIA FRANCESA: Ficamos em duvida se o por do sol mais bonito da Polinésia seria o de Moorea ou de Bora Bora. Em Moorea, nosso bangalô tinha vista privilegiada para o por do sol. E um deles foi simplesmente memorável, onde aquela enorme bola de fogo se escondia no mar lindo da polinésia.

por do sol moorea

 

Já em Bora Bora, sentamos no deck final do corredor de quartos, com nossa garrafa de champagne, dois copos, a companhia um do outro e o sol descendo com a vista do Monte Otemanu. Existe algo mais romântico? Foi um sonho se realizando e com certeza um momento simplesmente inesquecível!  A duvida ainda permanece!

por do sol borabora

5) ILHA DE PASCOA: Onde mais você vai ver o por do sol no mar do Pacífico com moais ao fundo? Existe apenas um lugar no mundo e por isso o por do sol na Ilha de Pascoa é tão especial. Não deixe de dividir esse momento com todos os turistas que levam suas cangas para o Ahu Tahai bem no centro da cidade de Hanga Roa, do ladinho do cemitério. É incrível saber que você está naquele lugar onde um dia foi uma das vilas dos Rapa Nui e que aqueles moais representavam tanto para esse povo! É um momento único! 

 por do sol ilha de pascoa

E você? Qual o por do sol que mais marcou você? Seja pela beleza do espetáculo ou pelo momento especial que você estava dividindo, conta para gente ai nos comentários! Lembre-se viajar não é só conhecer países e fazer check no seu mapa, mas sim viver momentos especiais, com pessoas especiais e descobrir a beleza que esse planeta tem a nos oferecer.

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